Coleção APS · Volume I
Peter Mello ·
A história do lançamento do Pandora Solver v1.0, contada processo a processo, com base nas boas práticas de gestão de projetos preconizadas pelo PMI. Cada capítulo parte de um caso real, com os acertos e os atalhos.
Novos capítulos entram nesta página a cada publicação.
Elicitar e analisar requisitos
Ouvir quem vive o projeto todos os dias, do planejador de obra ao engenheiro de campo e à área financeira, e separar o que eles precisam do que a equipe imaginava que precisavam.
Planejar o escopo: as regras antes do jogo
Quem aprova uma mudança de escopo, onde ela fica registrada e quando o escopo é revisado: as três perguntas respondidas antes da primeira conversa sobre requisitos.
Planejar comunicações: o custo da informação que chega tarde
O quê, para quem, por qual meio e com que frequência: a tabela de uma página que organizou as comunicações do lançamento e deu origem às rotas do Fio Digital.
Planejar engajamento: cada parte interessada pede uma conversa diferente
Investidor, cliente-piloto e time técnico pedem ritmos de contato diferentes. No lançamento, a matriz de engajamento coube em três cartões pregados numa parede.
Identificar partes interessadas: antes de construir, escute quem está envolvido
Antes de definir o produto, a equipe ouviu quem vive os projetos de capital no dia a dia, e uma dessas conversas decidiu que o aplicativo de campo funcionaria offline.
Iniciar projeto ou fase: quando a vontade vira projeto
Por que o Pandora Solver passou dois anos como ideia antes de virar projeto, e o que coube no Termo de Abertura de duas páginas: problema, patrocinador, responsável técnico, orçamento de partida e data do primeiro protótipo.
- Iniciar projeto ou fase: quando a vontade vira projeto
- Identificar partes interessadas: antes de construir, escute quem está envolvido
- Planejar engajamento: cada parte interessada pede uma conversa diferente
- Planejar comunicações: o custo da informação que chega tarde
- Planejar o escopo: as regras antes do jogo